Arquivo para a categoria Blog

 
 

Consumo mundial de vinho

Segundo dados de relatório da consultoria Morgan Stanley, a produção de vinho anual se encontra por volta de 3 bilhões de caixas por ano. O consenso é de que uma caixa contém 12 garrafas, totalizando 36 bilhões de garrafas por ano.

Segundo o próprio relatório, os países que mais consomem vinho são:

  • França, EUA – ambos 12%
  • Itália, China – ambos 9%
  • Alemanha – 8%
  • Reino Unido, Rússia – ambos 5%
  • Espanha, Argentina – ambos 4%

Estima-se que as populações (em milhões) destes países seja:

França: 65,7
EUA: 313,9
Itália: 60,92
China: 1,351
Alemanha: 81,89
Reino Unido: 63,23
Rússia: 143,5
Espanha: 47,27
Argentina: 41,09

Baseado nestes dados, o consumo anual de garrafas de vinho per capita nestes países é de:

França: 65,75
EUA: 13,76
Itália: 53,18
China: 2,40
Alemanha: 35,17
Reino Unido: 28,47
Rússia: 12,54
Espanha: 30,46
Argentina: 35,05

Logo, segundo os dados obtidos pela Morgan Stanley, os cinco países com maior consumo de vinho, em ordem decrescente, são:

1. França
2. Itália
3. Alemanha
4. Argentina
5. Espanha

Imprimindo em 3D

O mundo da impressão em 3D encontra-se num momento similar ao que esteve o mundo da computação pessoal nos anos setenta, quando o conceito de um computador no lar não era comum. Não existiam computadores pessoais sendo fabricados em larga escala. A montagem de um computador, a partir de kits, e seu manuseio, exigiam conhecimentos tidos então como esotéricos. Enfim, a computação se popularizou, assim como o automóvel e outras invenções anteriores.

Existem alguns fabricantes vendendo impressoras 3D, tanto em kits quanto já montadas. Estas vão pelos nomes de Makerbot, Orca, Stratasys e Ultimaker.

Resumidamente, o primeiro passo é a definição do objeto 3D a ser impresso.

Corte transversal

Corte transversal

Perspectiva

Perspectiva

Uma vez definido o objeto, é necessária alguma ferramenta (da qual existem várias) que possa definí-lo numericamente, por exemplo no formato de arquivo stl. A ferramenta usada na ilustração abaixo é o OpenSCAD.

O código usado para gerar o funil é:

union() {
	difference() { 	
		cylinder(h = 12.8, r1 = 16.4, r2 = 8.95);		
		cylinder(h = 8.7, r1 = 15.4, r2 = 6.75);
		translate([0, 0, 8.7])
		cylinder(h = 7.5, r = 6.75);
	}
	translate([0, 0, 12.8])
	difference() { 
		cylinder(h = 50.7, r = 8.95);		
		cylinder(h = 50.7, r = 6.75);
	}
}
Renderização em CAD

Renderização em CAD

Do arquivo stl é obtido um arquivo no formato gcode. Para tanto, é necessário outra ferramenta (neste exemplo Skeinforge foi empregado) que efetue a conversão. O arquivo gcode descreve o processo de impressão, dividindo o objeto em camadas e definindo o percurso da extrusora para preencher cada uma destas camadas.

Nota-se que na renderização ilustrada, faltam as roscas e um sulco, além de um chamfro ter sido adicionado. O motivo destas modificações é que a impressora 3D necessita de um substrato. Assim sendo, as peças impressas deverão ser usinadas para finalizar este projeto.

Peças impressas

Peças impressas

Por fim, um vídeo de nossa primeira impressora 3D imprimindo peças utilizadas na montagem da mesma. Cabe notar que o modelo Orca v0.30, é baseado no projeto RepRap, empenhado na produção de máquinas “auto-replicantes”, que sejam capazes de se reproduzirem.

Números binários e o sistema posicional

Existe uma antiga piada que circula entre os profissionais da computação que diz; “Existem 10 tipos de pessoas no mundo, aquelas que entendem e aquelas que não entendem números binários”.

Ora bolas, para quem está acostumado com a base decimal (dez dígitos, de 0 a 9), tal afirmação soa contraditória.

O humor se explica pelo fato dos dígitos “10” representarem o número 2 na base binária. Neste contexto, a expressão faz sentindo.

Estamos tão acostumados com números na “base 10”, que passa desapercebido o fato de que números podem ser representados de maneiras diferentes. Os Babilônicos usavam base 60, os Maias, base 20, computadores, base 2 (binária), 8 (octal) e 16 (hexadecimal).

O que todas estas bases tem em comum é o sistema “posicional”, que por exemplo, não está presente nos algarismos romanos.

Comparando o número 56 escrito em quatro bases diferentes:

Decimal 56: 5*101+6*100 = 56

Binário 111000: 1*25+1*24+1*23+0*22+0*21+0*20=56

Octal 70: 7*81+0*80=56

Hexadecimal 0x38: 3*161+8*160=56

Com a representação em algarismos romanos:

LVI 56: 50(L)+5(V)+1(I)=56

Notamos que no sistema posicional, o valor de um dígito qualquer é inferido multiplicando-o pela base elevada à posição, e que a posição é contada da direita para a esquerda, começando do zero.

Para a expressão “56”, na base 10, multiplicamos o dígito 5 por 10 elevado à potência 1, multiplicamos o dígito 6 por 10 elevado a potência 0, finalmente somando o resultado das duas expressões.

Cabe notar que o sistema posicional funciona baseado no axioma que qualquer número elevado à potência 0 é igual a 1.

Internete das coisas

O conceito de uma “Internet of Things” (IoT) vem sendo elaborado desde a década passada (00). E que são estas “coisas” interconectadas que o conceito infere? São objetos conectados à rede. Algum dispositivo com acesso à Internet.

O protocolo de informação TCP/IP, tal e qual usado por um cartão de rede, tambem é utilizado por microcontroladores vendidos comercialmente e manufaturados pela Microchip. Estes podem ser acoplados â toda sorte de equipamentos, os novos beneficiados da inclusão digital. E como todo cidadão da rede, podem ter sua página no Facebook ou mandar um Tweet.

De modo que estamos nos aproximando (a não ser que o mundo acabe antes), de uma era em que a bola poderá mudar seu status quando estiver murcha, ou a bike roubada mandar sua nova latitude e longitude para a rede social de sua preferência, etc.

Atividade por ano

Ano Campanhas
---- -----------
1997 1
1998 12
1999 5
2001 4
2002 2
2003 6
2004 7
2005 11
2006 7
2007 6
2008 13
2009 13
2010 2
2011 2